ARTIGOS

PLATAFORMA DIGITAL DE EDUCAÇÃO: A percepção dos professores

José Antonio Vianna, Telma Antunes Dantas Ferreira

Resumo


Este estudo avaliativo da implantação de novas tecnologias na escola teve por objetivo analisar a percepção docente sobre o efeito da plataforma digital no contexto escolar. Responderam ao questionário 73 professoras e 22 professores. Os participantes (70,6%) consideram que são necessários conhecimentos e habilidades em informática para a utilização da plataforma. Na percepção da maioria dos investigados a plataforma pode melhorar o ensino (88,5%), apesar de considerar que a maior parte dos professores da rede estar indiferentes, pouco motivados ou desmotivados para a incorporação da inovação tecnológica no cotidiano escolar. Menos da metade (46,3%) observam na plataforma um instrumento para diminuição da desigualdade de oportunidades escolares e facilitação da aprendizagem. A infraestrutura deficiente é o principal entrave para utilização do kit nas aulas.



https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/27928



Bullying nas aulas de Educação Física: a percepção dos alunos no Ensino Médio
José Antonio Vianna Silvana Márcia de Souza Katarina Pereira dos Reis b
Resumo
Este estudo avaliativo do contexto escolar teve como objetivo verificar as percepções do bullying no Ensino Médio. Foram investigados 49 alunos, entre 17 e 19 anos de idade. Os dados confirmaram a ocorrência de bullying. Os meninos acreditam que o bullying ocorre com maior frequência em aulas separadas por sexo (69,2%), sendo que 60,9% das meninas afirmam que o mesmo ocorre mais em aulas mistas. As práticas mais comuns são agressões verbais (75,4%), agressões emocionais (18,4%) e agressões físicas (6,2%). Os investigados consideram legítima a ação do professor para a definição de direitos e obrigações, e para controlar os indivíduos desviantes.
Palavras-chave: Avaliação. Violência escolar. Bullying. Gênero.

http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v23n86/0104-4036-ensaio-23-86-73.pdf


ORIENTAÇÃO ESPACIAL DE ALUNOS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

José Antonio Vianna, Matheus Ramos da Cruz, Fernanda de Carvalho Nenartavis

Resumo


O objetivo deste estudo foi verificar a orientação espacial direita-esquerda(OE) de alunos matriculados nos anos iniciais do Ensino Fundamental (EF).Foram avaliados 55 alunos do 3º ao 5º ano EF em escolas no Rio de Janeirona faixa etária entre 7 a 12 anos: 34 alunos matriculados em uma escola municipal situada no interior de uma favela (EM); e 21 alunos matriculados em uma escola particular localizada num bairro de classe média (EP).Para coleta de dados foi aplicado o teste Piaget- Head. Pode-se verificar que em todos os grupos investigados, a idade motora (OE) foi inferior à idade cronológica (IC). No grupo EM a OEfoi de 7,7 anos enquanto a IC foi 8,4 anos. A OE no grupo EP foi 8,8 anos enquanto a IC = 9,4 anos. A discrepância entre a idade cronológica e a idade motora na orientação espacial direita-esquerda é comum a todos os grupos investigados.

https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/30295


LATERALIDADE E FRACASSO ESCOLAR

José Antônio Vianna

Resumo


DOI: 10.12957/e-mosaicos.2015.20228
As restrições às vivências motoras decorrentes das transformações nos modos de vida dasociedade atual parecem comprometer o desenvolvimento motor de crianças em idade escolar.Este estudo procurou comparar a lateralidade de alunos com desempenho escolar regular(DR) com a lateralidade de alunos em situação de fracasso escolar (FE). Foram avaliados89 sujeitos entre 8 anos e 13 anos de idade (M = 10,4). Ambos os grupos foram submetidosao Harris Test of Lateral Dominance. Os resultados indicaram que 53,2% dos sujeitos dogrupo FE e 57,2% do grupo DR apresentaram lateralidade indefinida. O teste qui-quadrado(p= 0,05 / gl= 2) não observou diferença significativa entre os grupos investigados.
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/20228


A (Des)motivação nas aulas de Educação Física e a satisfação das necessidades de competência, autonomia e vínculos sociais

  • Ellen Aniszewski
    Secretaria Municipal de Educação - RJ Secretaria Estadual de Educação - RJ
  • José Henrique
    Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
  • Aldair José de Oliveira
    Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Departamento de Educação Física e Desportos
  • Aline Alvernaz
    Prefeitura Municipal de Mesquita
  • José Antônio Vianna
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro

 Abstract: O desinteresse nas aulas de educação física tem sido percebido nos anos finais do ensino fundamental. Os estudos sobre motivação na disciplina na última década reportam estreita relação entre a satisfação das necessidades psicológicas básicas e a participação nas aulas. A pesquisa investigou os aspectos motivacionais que conduzem ao afastamento dos alunos nas aulas de educação física, no nono ano do ensino fundamental. A pesquisa adotou o método misto sequencial. A análise quantitativa foi de natureza descritiva e a qualitativa de natureza interpretativa. A amostra na fase extensiva foi composta de 85 alunos de nono ano da rede Municipal do Rio de Janeiro, dentre os quais foram selecionados seis alunos para a fase intensiva. Para a recolha de dados na fase quantitativa, recorreu-se ao Questionário de Necessidades Psicológicas Básicas, adaptado para a língua portuguesa; e na qualitativa uma entrevista, realizada sob a técnica do Círculo Hermenêutico Dialético. Os resultados indicam que a falta de habilidade (competência), falta de diversificação dos conteúdos (competência/autonomia) e a falta de oportunidades de participação na tomada de decisão no desenvolvimento da disciplina (autonomia) estão entre os principais motivos que levam os alunos ao desinteresse pelas aulas de educação física no final do ensino fundamental.


http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/44939

















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